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Renato Joseph - Segunda



"Ator,Poeta por pretenção,amante das expressões artisticas,estudante de jornalismo e outras loucuras mais!!!!"
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Raphael Pacheco - Terça



"Estudante de Jornalismo. Acredita que ser normal é relativo, por isso se considera normal, apesar de não ser esta a perspectiva de quem o conhece. Maníaco, metódico e perfeccionista, mas sempre bem humorado. É o coordenador do Ponto de Vista."
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Márcia de Abreu - Quarta



"Futura Jornalísta,com idéias na cabeça,tentando mostrar que nem toda brasileira é bunda."
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Maria Amélia Saad - Quinta



"Estudante de jornalismo encalhada, que tem como sonho de consumo quebrar os outros nove dedos do Lulla, casar com o Tom Welling, e depois quando crescer, se tornar amante do Diogo Mainardi e escrever para a Folha."
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Camila Di Assis - Sexta



"Estudante de jornalismo, que quer conhecer o mundo,começando por Paris. Toca teclado, faz yoga em busca de relaxamento. Desiludida com os políticos e com a falta de interesse deles pelos assuntos realmente importantes."
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Amabile Nascimento - Sábado



"Nasceu em frente ao zoológico. Quando pequena, dizia ter nascido no próprio zoológico.Estudante de jornalismo, consciente da importância das informações para a sociedade. Tem profundo interesse por artes, questões culturais, sociais ambientais e políticas."
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Brena Freire - Domingo



"Estudante de jornalismo, que apesar de não saber escrever muito bem, faz isso com prazer."
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Natália, criado exclusivamente para o "Ponto de Vista". Créditos aos seguintes programas: bloco de notas, photoshop, paint. Imagens hospedadas no imageshack.us.

Desenhos de Salvio Juliano.

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As consequências da dicotomia


                       

   O planeta Terra,que não é nada mais do que a concretização da obra da natureza,é composto pelos quatro elementos básicos(água,terra,fogo e ar).E nós,somos constituídos de que? 
   A obviedade da resposta à esta pergunta é aparente,pois sabemos desde que os filósofos gregos desenvolveram essa concepção ,muitos anos antes de Cristo,que o homem é formado por estes elementos também.Logo,se o homem assim é composto ,ele integra a natureza,é uma de suas obras. 
   Quando falo da aparente obviedade,quero mostrar que a humanidade é incoerente com esse e com os demais conhecimentos que ela possui,tendo em vista sua prepotência  em achar que domina a natureza por meio da ciência,quando na verdade,ela faz parte do que pensa dominar. 
   Aquecimento global,seca na Amazônia,índices de câncer de pele aumentando no mundo e outras tragédias,são provas cabais de que o homem não está  pondo em prática a velha lição de que ele pertence à natureza. 
   Esta lição,apesar da maciça divulgação sobre a catástrofe que se alastra pelo mundo ,e a percepção real de como ele já está,devido ao efeito estufa,continua sendo negligenciada por muitas pessoas. 
   É claro que várias ONGs,instituiçãoes e países estão discutindo,propondo metas e pondo em prática ações para amenizar o aquecimento,mas grande parcela da população mundial,e por incrível que pareça,os jovens,que vão herdar este caótico mundo,ainda não caíram em sí. 
   Será que é porque gostam de sentir a adrenalina correndo nas veias e adoram a sensação do perigo ,ou por pura alienação,que muitos destes jovens não parecem perceber a gravidade da situação e por isso não fazem nada? 
   Bem,minha gente,mais um ítem que comprova que somos acessório da natureza e o nosso lado animal,irracionalmente se explica pelo capitalismo SELVAGEM,que alem de burro,mata!!!!Por falar nisso,uma recente pesquisa mostrou que,mesmo com tanta informação ,com o filme do ex-candidato à presidente dos EUA ganhando Oscars,o pís mais selvagens do mundo é um dos últimos da lista dos países que menos se preoculpam com a situação. 
   Essa dicotomia,ou seja,separação do que é homem e do que é natureza,só deixará de provocar catátofres se cada pessoa,como um  pequeno átomo de uma bomba atômica que motiva a grande explosão,fizermos algo.Portano divulgue algum projeto,ONG,ou quaquer coisa que ajude  a nateureza,ou melhore,o próprio homem,neste blog!!!!!!



- Postado por: Amabile Nascimento às 15h26

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Segurança


  A sociedade está em pânico,sofre muito com a violência,sente-se insegura. As pessoas temem em sair de casa e  de serem vítimas de outra bala perdida,algo que se tornou tão comum no Brasil ao ponto de não causar mais tantas revoltas,tantos protestos.

  Uma forma encontrada pelos cidadãos para diminuir essa ameaça de violência foi o uso regulamentado de películas nos carros.Hoje,aproximadamente 10 milhões de veículos usam película em todo Brasil.No entanto,a maioria é mais escura do que o permitido para uma boa visibilidade.

 O uso de filmes protetores têm provocado discussão entre os governantes e a população,pois muitas pessoas colocam películas tão escuras nos carros que não conseguem enxergar direito enquanto dirigem,aumentando o número de acidentes e atropelamentos.Essas pessoas preferem correr o risco de atropelar alguém ou sofrerem elas mesmas um acidente a sentirem medo de assaltos e sequestros.

 O ideal seria que as cidades fossem mais iluminadas e que a polícia conseguisse realizar efetivamente o seu papel,permitindo uma maior segurança à população brasileira.

 Será que esse desejo por uma maior segurança é utópico ou é possível de ser concretizado?

 

              



- Postado por: Camila di Assis às 12h21

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ODE A TATI QUEBRA BARRACO


 

            Não é segredo que acordo ás cinco horas da manhã para ir á faculdade. Como todo bom pobre “pego a condução” em um estado de latência aprofundada.

A única coisa que me acorda é a voz estridente de Tati Quebra Barraco cantando:

 

              “Me chama de cachorra que eu faço auau

               Me chama de gatinha que eu faço miau

              Se tem amor a Jesus Cristo”

 

            Minha  primeira reação é gritar:

            “Alessandro se tem Amor a Jesus Cristo MUDA  A MÚSICA!!!!”

            Resumindo: Meu sono acabou e eu odeio funk.

            Nós mulheres, lutamos para alcançarmos nossa independência, para mostrarmos nossa capacidade e acima de tudo, a dignidade.

Parece bobo, e até cômico, figuras mitológicas como Taty Quebra Barraco ou Deisy Tigrona, mas não é!

            Estas “artistas”(ao menos eu não vejo nenhuma expressividade artística nelas) são embaixadoras do machismo deliberado e da exploração sexual que nos é submetida.

            Somos as cachorras, as gatas, as porcas, as éguas, ou seja, meros  animais susceptíveis ao uso e desuso de seu dono.

            Não importa os sentimentos, as origens, as marcas da vida e os sonhos que uma mulher tem, o que vale  é tomar “a disgramada da cachaça” e achar o primeiro depósito de espermas disponível.

            Quem dança, canta e ri dessas expressões de contra-cultura consente na exploração sexual feminina e na coisificação desta.

            Não concorda?! Então coloque uma coleira, fique de quatro e deixe um maníaco exibir sua “caçada” em uma quebrada “qualquer”.

 

            Betty Friedan deve se remexer no túmulo.

 



- Postado por: Maria Amélia Saad às 15h19

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Sem Título


    Os minutos passam aceleradamente, e nada. Nenhuma idéia, nenhum assunto. Ou melhor, surgem de maneira desordenada e sem vínculo.

    As mãos ansiosas suam e procuram o que fazer a fim de aliviar a tensão. Esfregam os olhos, deslizam pelos longos cabelos ou até mesmo pressionam a espinha incômoda. O pé direito logo começa a tremer, fazendo com que todo o corpo e a cadeira o acompanhem de maneira sincronizada, como em uma orquestra afinada.

    Logo vem o bocejo, aquele longo bocejo, onde o corpo se estica por completo a procura de relaxamento ante à ansiedade. E até sai um “Ahhhhhh” . Os olhos lacrimejam.

    É incrível como nesta hora surgem coceiras inesperadas. Cabeça, costas, nariz (este é o pior, sou logo tomado por espirros descontrolados, justamente eu, que odeio espirrar), mas voltando, coça o pé, o braço, tudo.

    As pernas cruzam e descruzam. Poderiam até dançar um belo tango argentino.

    O papel me encara, a caneta me pressiona, mas a mente me insulta. Para que um belo texto seja escrito, de maneira que prenda a atenção de quem o lê, é necessária uma harmonia entre papel, caneta e mente. Mas definitivamente hoje, parecem que brigaram e não querem se comunicar.

    Paralisado (literalmente), o tempo passa, me sinto como em transe e os olhos parecem fixados no além. Neste momento, todo pensamento idiota e fútil vem à mente. O cachorro da rua, a sogra, uma música qualquer, enfim, nada de tão interessante.

    Semelhante a um estalar de dedos, volto à realidade, o papel continua em branco, a caneta caída ao lado, desprezada, e a mente cansada (dor de cabeça). Preciso Dormir.

 

Raphael Pacheco se diz cronista do "Ponto de Vista"!

   



- Postado por: Raphael Pacheco às 20h01

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O Brasil precisa descobrir o seu cinema


      Depois de ter sido dado como morto na década de 90 e de tantas “idas e vindas” termo do qual se pode caracterizar o cinema brasileiro, mais uma vez ele renasce e sobrevive. È possível observar o crescimento que se teve nos últimos 10 anos e a sua atual retomada, provada pelo número de produções, altas bilheterias e a participação em renomadas premiações. Produções muito bem realizadas têm sido feitas. Possibilitando a ser cogitada a hipótese da existência de uma indústria brasileira de cinema. Coisa que não existe. Nunca existiu. Não resta dúvidas do alto nível dos profissionais de cinema no Brasil o que mostra belas produções já realizadas por eles, mas ao contrário do que muitos pensam nosso cinema ainda não atingiu o seu apogeu. E os motivos são claros.

      O Brasil não tem compromisso com o cinema, e os cineastas dependem quase que totalmente das leis de incentivo, de onde todos nós sabemos que não se pode esperar grandes resultados. Mas não é apenas esse motivo obvio que impede a aproximação de um possível mercado cinematográfico brasileiro. Começando pelos próprios empresários donos de salas que na maioria das vezes não pedem os filmes nacionais, impedindo a sua difusão, como aconteceu recentemente com o filme tapete vermelho que não saiu do eixo Rio São Paulo, e o pouco tempo que permanece em cartaz, para dar espaço a um filme americano qualquer. O legado deixado ao cinema nacional nos anos 80 foi o preconceito, que naquela época era causada pela baixa qualidade dos filmes, qualidade que hoje é de dar inveja a muitos filmes americanos, mas o preconceito não acabou. Muitos que não assistem aos filmes julgam sem ao menos terem visto e acreditam que fazer cinema é conseguir mostrar grandes explosões, perseguições, tiroteios e músculos avantajados. Essa coisa que o cinema norte americano sabe fazer muito bem.

     O cinema brasileiro não é composto disso, mas de profissionais que tiveram uma matéria valorosa na escola de cinema da quais todos os cineastas deveriam ter, produzir sem dinheiro. O cinema brasileiro valoriza os grandes roteiros, a beleza da interpretação, e tem uma essência maravilhosa que faz do nosso cinema único e especial, essência essa, que infelizmente não foi descoberta por grande parte do povo brasileiro. Mais de 200 longas foram produzidos nos últimos anos, o que ainda é pouco para um país que tem gente talentosa e muita história pra contar. Vamos acordar, o cinema é muito mais belo por aqui, é muito mais fascinante. O Brasil precisa se redescobrir.



- Postado por: Renato Joseph às 09h16

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Égua! - uma breve consideração sobre nossa língua.


           A variação da linguagem, muito presente nas diversas regiões do Brasil, demonstra pluralidade cultural e lingüística, causando ainda alguns problemas. Belém do Pará é uma cidade que se destaca muito nesse processo. "Égua! Égua! Égua! Será que ninguém pára de falar isso aqui? Esse é meu amigo Pacheco, um goiano que mora em Belém há um ano e não se acostuma com o modo como falamos. Por conta disso, temos algumas divergências.

          "Égua" é uma espécie de interjeição que nós, de algumas regiões do Pará, utilizamos comumente - apesar de um famoso professor brasileiro de língua portuguesa afimar equivocadamente que é o nosso "legal" - e que torna muito peculiar o nosso vocabulário. Muitos também dizem ser um palavrão (o meu amigo Pacheco já disse) e outros simplesmente julgam "esquisito".

          O fato é que estarmos muito habituados ao nosso próprio modo de falar, agir ou até mesmo de pensar, pode nos enlaçar. E o pior laço que podemos cair é o laço do preconceito, e por quê não dizer do etinocentrismo?

          O que o nosso País tem de mais interessante é a sua riqueza cultural. Existem vários brasis dentro do Brasil. E no que se refere ao modo de falar, há muito a conhecer. O nosso modo de falar por aqui é um exemplo. Em outros lugares utilizam "caraca meu!", "uai!" e assim por diante. Antes de criticar ou achar "estranho", precisamos conhecer e respeitar. Quanto ao meu amigo Pacheco, sei que ele vai se habituar e acabará soltando um "pai d'égua" por ai!

          Quaisquer que sejam os nossos hábitos lingüísticos, somos todos falantes, e falantes da língua portuguesa falada no Brasil. Nada mais importa se conseguimos nos entender, afinal, esse é o objetivo da comunicação.



- Postado por: Brena Freire às 11h30

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