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Yo soy Rebelde |

Sempre desconfiei do Lulla, e agora tive plena convicção e certeza deste fato. E infelizmente tenho que contar. O Lulla é rebelde!!!
“E sou rebelde quando não sigo os demais·E sou rebelde quando te quero mais e mais·E sou rebelde quando insisto em mudar·E sou rebelde quando me jogo sem pensar”.
Lulla é rebelde, mas não tem do que reclamar, afinal, ele é o torneiro mecânico mais bem pago do Brasil, como ele mesmo disse.
“Um dia desses ainda vou me mandar·Atrás, quem sabe, do primeiro sonho·Tudo na vida é perder ou ganhar·Tem que apostar, tem que apostar sem medo”.
Ele vive apostando nestes projetos e planos mirabulosos, sem saber se vai perder ou ganhar. Mas quase sempre sabemos o desfecho. Uma prova disso é o tal do “FOME ZERO”, que não saiu do zero mesmo, não do jeito que foi propagandeado. E quem sabe com o leilão desta “maravilhosa” guitarra, que foi doada pelos rebeldes para ser leiloada em prol do projeto, o zero ultrapasse a casa do 1, pelo menos. Vamos torcer neh???
“Yo soy rebelde!!!”
Fonte Imagem: UOL

A Aprendizagem no Brasil |

O Brasil é considerado um país subdesenvolvido principalmente pelo fator educação.O ensino é precário.As escolas mantêm um método padrão desde o século XIX,mas se esquecem de que o mundo mudou.
Juntamente com os ideais da Revolução Francesa e da Revolução Industrial surgiram a divisão dos alunos em séries,a especialização dos professores em disciplinas e um sistema de ensino básico que deveria ser transmitido a todos.
No entanto,muitas mudanças ocorreram desde essas revoluções.Vivemos na era da informação e da globalização,ou seja,precisamos conhecer uma grande variedade de assuntos para não nos tornarmos alienados e consequentemente,excluídos da sociedade.
O que preocupa os educadores,de maneira geral,é a falta de base da maioria das escolas para passar tanta informação a seus alunos.Muitas matérias tornam-se "decorebas",maçantes demais e logo são esquecidas.O importante mesmo é aprender assimilar os assuntos,porque eles não existem separados,dependem uns dos outros.
É necessário também que as escolas ensinem crianças e adolescentes a terem pensamento crítico,pois esse raciocínio permite desenvolver a habilidade de obter informações e saber como interpretá-las.
Além do mais,os professores precisam mostrar aos jovens a importância de aprender sozinho:uma melhor evolução na vida adulta e independência para resolver problemas,principalmente,profissionais.
O Brasil precisa,urgentemente,realizar mudanças no sistema de ensino.A educação é fundamental para o desenvolvimento do país.

MEDICINA, MEDICINA, MEDICINAAAAAA |

Há 6 meses libertei-me de um cativeiro!!!
Um ano de martírio e muito stress, ouvindo diariamente algum professor dizendo:
“Façam MEDICINA, pois este é o melhor curso! Não há outro curso bom além da MEDICINA! Seja feliz, faça MEDICINA!!!!”
TENHO CALAFRIOS SÓ DE OUVIR ESTE NOME: MEDICINA!!!!!
Talvez por revolta, nunca quis prestar vestibular para MEDICINA, e por ironia fui aprovada para JORNALISMO em uma universidade privada.
O aluno que opta por cursos ditos alternativos, sofre na mão da sociedade. Infelizmente, pensam que apenas cursos arcaicos e conservadores são bons e o valorosos.
Somente no estado de Goiás, mais de 1000 formandos de Direito são despejados anualmente no mercado. Dessa forma, até o ramo jurídico conhecido vulgarmente como “porta de cadeia”, sofrerá saturações.
Há alguns meses meu irmão conseguiu a merecida vitória de alcançar a aprovação em terceiro lugar no curso de administração de empresas na (desordenada) Universidade Estadual de Goiás; uma de nossas vizinhas o vendo todo pintado no “trote” perguntou:
_Davi você passou para que curso?
Ele respondeu:
_Administração de empresas na UEG!!! E passei em terceiro lugar viu!!!!
Ela indagou:
_Aaaah Administração de Empresas na UEG? Você tem capacidade para passar em MEDICINA!
Um leve pensamento pairou sobre meu pacífico ser: Se ela pensa que fazer MEDICINA é tão bom, deveria passar ao menos um mísero dia no “paraíso” que é o cursinho e sentar-se ao lado dos nerdezinhos(as) que recitam de cor e salteado os nomes das Amebas e Paramércios e ainda se acham donos da verdade absoluta e dominadores da arte de viver bem!!! Aí sim ela amaria MEDICINA e até prestaria vestibular para este curso.... Mas não disse nada, provavelmente ela (e uma enorme parcela da sociedade) é bem mentecapta para compreender isto.
ESTE TEXTO É DEDICADO A MEUS AMIGOS E AMIGAS QUE ASSIM COMO EU SOFRERAM NO CURSINHO! E QUE ALMEJAM SEREM PROSPEROS E FELIZES PROFISSIONALMENTE FALANDO INDEPENDENTE DO QUE PROPRIETARIO DO CURSINHO PENSA! E AOS PROFESSORES QUE SABEM RESPEITAR AS ESCOLHAS PROFISSIONAS DE SEUS ALUNOS(ESPECIALMENTE AO HUGO, EDUARDO E GUTO)! E PARA MEUS AMIGOS QUE OPTARAM POR MEDICINA POR AMOR Á PROFISSÃO E NÃO SOMENTE PELA GRANA OU INFLUÊNCIA DO PROPRIETÁRIO DO CURSINHO!!!

Tremores na monarquia britânica |

A ruptura da relação sentimental entre William de Windsor e Kate Middleton despertou os velhos fantasmas da família real britânica. A sombra de Diana volta a pairar sobre o Palácio de Buckingham devido ao temor de que se repita a história que quase levou à ruína a monarquia do Reino Unido.
Na opinião de Dickie Arbiter, antigo secretário de imprensa da rainha Elizabeth 2ª, "não se podem fazer paralelos com Diana. Eles estavam casados, e estes, não. Um estava na casa dos 40 e o outro na dos 20. Não, não se podem fazer comparações", afirma. Na opinião dele, no rompimento não influiu o que aconteceu com seus pais. "Não. William e Kate começaram sua relação quando tinham 21 e 20 anos, e agora são adultos e chegaram à conclusão de que não foram feitos um para o outro. Não se pode comparar William e Kate com Charles e Diana. Seria um erro", afirma Arbiter.
O historiador Hugo Vickers,autor de uma biografia da rainha-mãe, adverte que "os correspondentes políticos estão muito bem informados sobre o que escrevem, mas esse não é o caso quando se trata dos correspondentes reais, segundo minha experiência, não me surpreenderia descobrir um dia que tudo isso não passou de um estratagema para afastar a imprensa de Kate", afirma.
Vickers acredita que o casal poderia retomar sua relação dentro de algum tempo. “A gente faz isso nessa idade. É preciso levar em conta que a pressão que ela estava sofrendo é exatamente a mesma que teve de viver a mãe dele, Diana. Ela era perseguida de tal maneira pelas ruas que se diz que o príncipe Charles se sentiu tão mal que pensou que a maneira de resgatá-la era casando-se com ela. E agora a sensação é que está começando a acontecer o mesmo com o príncipe William”.
Estamos diante de uma reedição do erro que Charles cometeu ao não se casar com Camilla, o amor de juventude que só chegaria ao casamento em plena maturidade? "Oh, essa é uma visão muito romântica", responde Vickers. "O verdadeiro problema de Camilla é que era absolutamente inadequada. Em segundo lugar, ela não queria realmente se casar porque estava apaixonada por uma figura muito mais dinâmica, Andrew Parker Bowles. Não, não creio que se possa estabelecer um paralelo entre os dois casais", afirma o historiador.
O príncipe William, embora se pareça fisicamente com sua mãe, Diana de Gales, na opinião de muitos puxou, sobretudo, o caráter retraído e a obsessão profissional de sua avó, a rainha Elizabeth.

Ela morde? |
De Graziella Mendonça.
- Ela morde?
- Não, não, cinco anos e nunca fez nada além delamber os outros.
E a desconhecida acariciava amorosamente Mel, minha cadelinha poodle, despreocupada. Afinal, ela era um “doce de cachorro”. Cinco anos e vida canina íntegra e exemplar, ficha limpa. Digna de meldalha “amigão do ano”.
Sempre junto à família, Mel nos acompanhva na viagem à Salinas. Sentada no colo do amigo de meu irmão, ela dormia tranquila, acordando ocasionalmente com os balanços do automóvel. Volta e meia gemia, grunhia...Estaria sonhando? Rafael passava a mão em seu pêlo macio.
- Ela morde, Grazi?
- Você acha que um anjinho deste seria capaz de cometer qualquer ato que demonstrasse algum tipo de malda...
Fui interrompida, advinhem, pelo berro de Rafael. Em uma fração de segundo, Mel acordou assustada e...nhac! Bem na boca de Rafael. Seus lábios arroxeavam-se, mamãe gritava no volante, e Mel não entendia nada. E eu me calava.
Em uma ensolarada manhã de domingo, encerrava-se a trajetórioa honesta e digna de Mel. “Ela morde?”, questionavam-me. “Sim,não se aproxime demais! Mês passado quase arranca a boca de um inocente!!”. Mamãe cogitou pendurar um avis na porta de casa, alertando: “Cão bravo”,vovó falou em focinheira. Exageros à parte, a “mancha negra” daquela mordida permaneceu por um longo tempo na reputação de Mel.
É como acontece conosco, no dia-a-dia...Somos todos inocentes, até que provem o contrário, mas quando provam...Passam a nos ver como “o fulano que fez aquilo ou o beltrano que disse aquilo”. Todas as nossas virtudes e boas ações são temporariamente esquecidas, tudo porque deslizamos uma ou outra vez.
Mas um dia, isto passa. O tempo apaga (com o dedo, deixando meio borrado, mas apaga), a vida se renova e nos tornamos novamente dignos de respeito e admiração.
Hoje, Mel é outra vez um “docinho”, o mascotinho querido de nossa família, inofensiva até o último pêlo. Bem, pelo menos até a próxima mordida.
Graziella Mendonça é convidada do "Ponto de Vista"!


Não vá para o teatro ver |
Eles estão todos os dias estampados nos folhetins do horário nobre, nas capas de revistas e na boca de todos os que perdem seu tempo falando da vida alheia e que ainda julgam isso informação. Não existe outro rótulo para classificá-los se todos já os acostumaram a chamar de globais, sua principal característica é a beleza, “qualidade” que a televisão brasileira não abre mão. Não estou aqui dizendo e generalizando que todos são mal profissionais, mas tem sido fácil nos últimos anos fazer essa distinção.
“Então vamos direto ao assunto: esses “atores” deram para invadir os palcos do Brasil e como ouvi de um deles essa semana o motivo é “ nunca fiz teatro mas quero estrear um espetáculo logo, é fascinante. O que ainda não avisaram a essa pessoa é que teatro não é televisão que te acham na rua e no dia seguinte você já é considerado um grande profissional, mas teatro é estudo, pesquisa, entrega e leva tempo para aprender, é algo muito mais intenso do qualquer outra vertente da interpretação, como diria Paulo Autran, “ não é a TV escola para ator e sim o teatro” não se resolve fazer teatro hoje e amanha já estar no palco
Mas é o que tem acontecido eles usam de sua imagem na TV para lotar as platéias, em “apresentações” mal elaboradas e passam uma visão novelística de teatro, o que é no linguajar popular um assassinato as artes cênicas, não merecem comparações esses “atores” revelados pela TV e os profissionais de teatro, todos nós sabemos fazer essa classificação pela intensidade e a preparação que o teatro exige.
As companhias no Brasil e com sucesso no exterior não são formadas por Globais, são formadas por atores que na maioria das vezes não tem a beleza que é imposta pela TV, mas conseguem emocionar platéias, e é isso que precisamos levar em consideração, não ir ao teatro para ver “famosos” mas para ver ARTE.

O animal político |

Nas últimas eleições ocorridas aqui no Brasil, deparei-me com diversas pessoas das minhas relações sociais afirmando que anulariam seus votos e associando diretamente política à corrupção, como se as duas andassem sempre juntas. Atualmente essa atitude aversiva em relação à palavra “política” pode ser evidenciada em diversas ocasiões, especialmente quando alguém insiste em se declarar “apolítico”. A pergunta é: isso realmente é possível?
Diante disso, não pude deixar de lembrar as famosas palavras de Aristóteles: “O homem é um animal político”. Animal político? Imediatamente as aulas de História Antiga também vieram à minha mente. Política é uma palavra de origem grega que denominava todos os procedimentos referentes a polis, que por sua vez, era o modelo grego de cidade, um lugar onde a segurança, cidadania e democracia eram garantidas. Levando-se em consideração, é claro, que cada polis tinha seu próprio padrão de cidadão.
Com tudo isso, quis evidenciar como o significado original de uma palavra pode ter ficado tão deturpado. A grande massa da população brasileira se viu bombardeada por notícias de escândalos de corrupção cometidos por políticos que eram a esperança de boas mudanças. A grande mídia, sem nenhuma responsabilidade, veiculava tais notícias de acordo com seus próprios interesses. Aí, realmente fica difícil. Por isso, a idéia de que política era um assunto saturado, que não haveria mais jeito e que a melhor solução seria a abstenção do direito do voto, começou a ser fortemente difundida.
Esse problema é, inevitavelmente, fruto da falta de conhecimento e principalmente, da falta de estímulo para que a população busque esse conhecimento. Obviamente o papel de estimular e informar de maneira correta, é dos meios de comunicação e de seus profissionais que, diga-se de passagem, vêm tratando os espectadores como um bando de retardados mentais sentados em frente à televisão.
Como bem disse Aristóteles, política, dentro da perspectiva correta, é algo inerente ao ser humano. Fazemos política quando reclamamos dos altos preços, do aumento da violência, quando as crianças são escolhidas representantes de turma em suas escolas, enfim. Nunca poderemos fugir disso. No entanto, há também questões políticas por trás de toda essa ideologia. E contra essa, ainda teremos anos de história para combater.
