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Renato Joseph - Segunda



"Ator,Poeta por pretenção,amante das expressões artisticas,estudante de jornalismo e outras loucuras mais!!!!"
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Raphael Pacheco - Terça



"Estudante de Jornalismo. Acredita que ser normal é relativo, por isso se considera normal, apesar de não ser esta a perspectiva de quem o conhece. Maníaco, metódico e perfeccionista, mas sempre bem humorado. É o coordenador do Ponto de Vista."
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Márcia de Abreu - Quarta



"Futura Jornalísta,com idéias na cabeça,tentando mostrar que nem toda brasileira é bunda."
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Maria Amélia Saad - Quinta



"Estudante de jornalismo encalhada, que tem como sonho de consumo quebrar os outros nove dedos do Lulla, casar com o Tom Welling, e depois quando crescer, se tornar amante do Diogo Mainardi e escrever para a Folha."
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Camila Di Assis - Sexta



"Estudante de jornalismo, que quer conhecer o mundo,começando por Paris. Toca teclado, faz yoga em busca de relaxamento. Desiludida com os políticos e com a falta de interesse deles pelos assuntos realmente importantes."
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Amabile Nascimento - Sábado



"Nasceu em frente ao zoológico. Quando pequena, dizia ter nascido no próprio zoológico.Estudante de jornalismo, consciente da importância das informações para a sociedade. Tem profundo interesse por artes, questões culturais, sociais ambientais e políticas."
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Brena Freire - Domingo



"Estudante de jornalismo, que apesar de não saber escrever muito bem, faz isso com prazer."
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Liberdade de imprensa


-Liberdade para quê?

-Liberdade para quem (para qual imprensa)?

-Liberdade? Quando ela se dá?

-Liberdade?Como ela se dá?

-Liberdade?Onde ela se dá?

-Liberdade?Por quê?

        Existem inúmeros significados para a palavra imprensa , dentre os quais o que a toma como investigação ou levantamento de questões sobre um fato e a busca  de respostas para elas.Sendo assim, consideremos a liberdade de imprensa como nosso foco de investigação (fato) tomando como roteiro os questionamentos dispostos no início do texto.*Sem correr o risco de cometer um enorme erro,que é o plágio de idéias, devo ressaltar que as perguntas feitas acima não foram oriundas da minha cachola, eu as ouvi durante a Semana da Comunicação que ocorreu em Goiânia, no Centro Cultural Cara Vídeo.Estes eventos são extremamente importantes  para adquirirmos novas concepções  e uma visão mais crítica sobre as coisas.

           -Liberdade para quê? Desde a Revolução Francesa que o homem busca,de uma forma mais concreta,exercer a livre expressão, mas a enorme diferença entre as tentativas desta época e as realizações atuais está na resposta para a pergunta: - Liberdade?Por quê? Pois os revolucionários utilizavam-na como um veículo de propagação de princípios que contribuiriam para a melhoria da sociedade como um todo, ou seja, uma imprensa voltada para o povo, mesmo que na prática os efeitos deste “todo” seja contestável assim como a própria Revolução,que foi de caráter burguês.Já a brasileira atual,é tão democrática quanto a distribuição de renda no país.

           Em meio a MILHÕES de famílias apenas SETE decidem o que as demais “desejam” saber.Através desta realidade podemos concluir quão elitista ,monopolista ,avessa à realidade nacional a imprensa é;logo os seus objetivos são totalmente opostos aos da Revolução Francesa ,não objetivam influenciar a população  em benefício da própria população por meio da transmissão de valores humanos ,programas educativos e informações de verdade( imparciais ,no sentido de investigarem profundamente todos os lado de um fato),mas sim em benefício do mercado,seu patrocinador.

           -Liberdade? Quando ela se dá? Se a França teve  revoluções o Brasil também “teve” as suas em relação a procura por dizer o que pensamos (mesmo sabendo que este termo é inadequado para o contexto brasileiro- em nossas aulas de história aprendemos que não houveram verdadeiras revoluções aqui),os exemplos são vários como a Inconfidência Mineira, os movimentos midiáticos contrários a ditadura militar.Liberdade?Como ela se dá?Estes movimentos não tinham a liberdade legal de divulgar  os seus pensamentos,o governo os proibia de todas as formas possíveis,desumanas,violentas e mortais,mas eles eram livres no sentido de não se calar em diante dos interesses de nenhum investidor,eram fiéis aos seus ideais ,se permitiam ser realmente livres para refletir e contestar.Com todo esse engajamento social ,foram um dos responsáveis pela abertura política no Brasil.

            Depois de ir a vários eventos que analisaram e dissecaram a atuação da imprensa nacional ,e depois de muito pensar sobre o quanto a mídia de massa é prejudicial para a sociedade,reforcei a visão  pessimista que eu tinha sobre a imprensa em geral .Como todos sabem,sou estudante de jornalismo,cheguei a pensar até em quando me formar, não exercer esta profissão imunda e mentirosa.No entanto,não consegui sustenta-la por muito tempo,pois parei para pensar em várias revistas ,jornais ,canais,programas,sites e pessoas que conheci ,que ainda são coerentes e se preocupam com a responsabilidade social, com a veracidade das informações e ,sobretudo, com a ética. -Liberdade?Onde ela se dá?É justamente nestes meios que ainda restam que a liberdade ainda se dá,como uma luz que propiciará o desenvolvimento de outras sementes. Alguns exemplos destas luzes:Caros Amigos,Carta Capital,Piauí e movimento mídia independente (www.midiaindependente.org).



- Postado por: Amabile Nascimento às 16h06

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"CURSO DISGRAÇADO"


                                       

                          

 

   Diálogo de alunas de Direito:

 __ Jornalismo é um curso “DISGRAÇADO” viu?!

 __ Uai, por que?

 __ Porquê esse povo não faz nada viu, é um bando de “vagabundo”. “Ce” acredita que eu “peguei” o ônibus esses dias e tinha um monte de gente parecendo “animal”, fazendo a maior “zona”; Quando fui ver era os “disgraçados”  dos alunos de Jornalismo!!!

 

   Este “precioso e requintado” diálogo, ocorreu veridicamente no pátio da Universidade Católica de Goiás e revela o que a maioria das pessoas pensa sobre nós, os “disgraçados”.

   Muita gente erroneamente pensa que ser jornalista é colocar um terninho Dior , encher a cara de pó de arroz, apresentar o Jornal Nacional e dormir o resto do dia, mas não se resume neste mito.

   Ser jornalista acima de tudo é ter alma e pensar por si, sem se ludibriar com algumas filosofias ditas verdades.

   É transformar o protesto em palavras, imagens e sons, fazendo que a “massa” compreenda o que acontece(muitas vezes despercebidamente) á sua volta.

   Esse curso “disgraçado” dá chance a profissionais(ou futuros profissionais, como as alunas de Direito) de acompanharem o mundo cru que deverão degustar; caso contrário, serão fadados ao fracasso.

   Dizem que viverei de migalhas financeiras  por conta de minha escolha profissional, mas faço utilizo-me das palavras da Cananéia á Jesus Cristo:

 “Mas também os cachorrinhos debaixo da mesa comem das migalhas dos filhos”.

   Talvez, por minha fé(e persistência), quando eu  chegar á graduação, os Demônios, já tenham deixado o curso “disgraçado” e eu, tal qual a Cananéia alcance meus objetivos.

  

 

 



- Postado por: Maria Amélia Saad às 17h41

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Jornalismo


   Aos meus 13 anos enfrentei meus pais e anuncie “Quero ser jornalista”. Na época ninguém importou com o que eu falei, mas no fundo eles não gostaram. E assim , nunca tive uma outra opção de curso, cresci mais um pouco e continuava a dizer “Quero ser jornalista”. Hoje, sou uma estudante de jornalismo, com pouco apoio familiar e sempre tentando fazer com que eu desista de ser jornalista.

    Há vários dias esse pensamento vem me martelando a cabeça, porque o curso de jornalismo e tão criticado? Gostaria de saber.

    Gostaria de saber também  o motivo de existirem tão poucas vagas em universidades públicas? Antigamente, pelo menos em uma cidade interiorana como a que vivo, fazia vestibular para jornalismo apenas filhos de jornalistas ou pessoas que, de alguma forma, estavam envolvidas com jornalismo. Hoje, não! O curso se popularizou, é natural os jovens quererem ser jornalistas... É uma profissão como qualquer outra e a demanda por vagas, claro, aumentou. Sobre as vagas de jornalismo estarem em universidades privadas, creio que é uma herança de longa data, pois, ao que parece, este curso sempre foi para classe média e classe média alta, nível em que os pais podem pagar a faculdade do filho; logo, cria-se uma oportunidade de mercado para estas instituições oferecerem tais cursos.

    Mas, o que ocorreu nos últimos anos que despertou o interesse dos jovens por essa carreira? Bom, de certa forma, o jornalismo se glamorizou. Há grandes coberturas jornalísticas na TV (lembre-se do 11 de Setembro), os jornalistas ganham fortunas (veja a sra. Ana Paula Padrão, agora no SBT) e alguns se tornam celebridades (Diogo Mainardi dá autógrafos para pessoas que nem sabem que ele é escritor, ou seja, ele é apenas jornalista para estas). É uma profissão que pode dar certo, não é mais um tiro no escuro (ainda que a imensa maioria de jornalistas jamais será famosa ou rica e ouço dos próprios colegas jornalistas que ser jornalista geralmente não dá dinheiro, apenas muito trabalho, e segue-se na profissão por gostar do que se faz. Quanto jovens sabem ou pensam nisso ao escolherem essa carreira?).

    Muitos dizem que ser jornalista é chique,(por saber várias línguas) e ter conhecimento de tudo um pouco. Outros são capazes de falar mal, sem saber o que é jornalismo.


- Postado por: Márcia de Abreu às 15h24

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Dia de Trabalho


 

Mas hoje não é dia do Trabalho?

Por que então as pessoas não estão trabalhando? E o comércio está fechado?

Os médicos, em sua maioria, ou estão viajando ou descançam em suas belas casas. Os funcionários públicos não trabalham efetivamente desde sexta-feira, pois a regra é: feriado é para ser emendado. Os profissionais liberais não trabalham justamente por serem profissionais liberais, assim como muitos autônomos. Só as farmácias 24 horas funcionam, e certamente os funcionários que foram escalados pra trabalhar hoje, o fazem injuriados por estarem de serviço neste feriado.

E os jornalistas?

Estes não param nunca, mesmo porque não podem, são eles os apurados, pesquisadores e mensageiros da notícia e dos muitos fatos ocorridos na sociedade global, nacional, regional etc. Hoje,feriado, é sim, dia de trabalho para os comunicólogos, assim como sábados, domingos, os dias de santos, as madrugadas, enfim, não existe carga horária de trabalho para estes profissionais. Abdicam de seus horários mais preciosos, como um jantar com a família, uma noite de sono ao lado de seus conjuges, a formatura da alfabetização de seus filhos, para exercer aquilo pelo qual são apaixonados.

E apesar de tudo isso, os que trabalham arduamente não são reconhecidos pelo seu esforço, não são pagos como deveriam ser, mas mesmo assim estão no campo buscando o melhor para informar seus leitores, ou telespectadores, por que possuem este dom e o fazem por prazer do exercício da profissão. Mas isso não quer dizer que estão satisfeitos e acomodados com os baixos salários, e com a falta de reconhecimento. Ao contrário, lutam árduamente.

Hoje é dia de e do trabalho para aqueles que escrevem a história através de sua intensa e muitas vezes dolorosa profissão!!! 



- Postado por: Raphael Pacheco às 10h17

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Renovar é preciso.


Essa semana no décimo encontro nacional de professores de jornalismo que aconteceu em Goiânia foi levantada a seguinte discussão: é preciso reinventar. Não é difícil observar a mesmice que tem passado o jornalismo brasileiro nos últimos anos e que as emissoras de TV têm se rendido ao padrão globo de se fazer telejornalismo até mesmo as emissoras menores. Ao mudar o canal estamos condenados a assistir sempre o mesmo formato, com algumas diferenças ou às vezes nem isso, o que mais parecem é uma cópia.

Esses meios de comunicação me convenceram de algo triste, Eles não possuem nenhuma criatividade para por em prática algo novo, para fazer mudanças e mostrar que existem formas diferentes e mais promissoras de se fazer telejornalismo. È frustrante ter que reconhecer que empresas tão bem estruturadas que dizem ter “grandes profissionais” se rendam à um formato já existente e passado, mostrando possuir uma total falta de inteligência para mudar a situação

A pergunta é: existe uma solução para mudar essa realidade?

A PUC de Campinas está desenvolvendo um trabalho valoroso entre os alunos. Além de ensinar a fazer esse telejornalismo que já conhecemos, pois é o que as universidades exigem, os professores propõem para que os alunos também produzam programas que fuja totalmente da forma global que já conhecemos, que nada remeta ao Jornal Nacional, tem que ser algo novo, técnicas novas, diferentes formas de filmagem e de levar a noticia. A PUC quer levar os alunos a trabalhar com que é novo, e mudar isso que somos obrigados a ver todos os dias em todos os canais.

Ou seja, a solução para uma mudança no telejornalismo somos nós, estudantes da área, e as universidades precisam aderir essa criativa forma de ensino, RENOVAR È PRECISO. Vamos reinventar o telejornalismo



- Postado por: Renato Joseph às 16h53

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